ANA oferece 15 cursos gratuitos no lançamento do novo Portal da Capacitação26/4/2017Nesta quarta-feira, 26 de abril, a Agência Nacional de Águas (ANA) lança o novo Portal da Capacitação para a Gestão das Águas – capacitacao.ana.gov.br. Nesta página a ANA passará a oferecer gratuitamente seus cursos sobre diversos temas da área de recursos hídricos. Para começar, estão abertas inscrições para 15 cursos, sendo 14 na modalidade à distância, sem limite de inscrições, e um presencial, com vagas para Brasília.Dos 14 cursos ofertados na modalidade de Ensino a Distância (EaD), um tem inscrições que vão até o dia 1º de maio e início das aulas em 4 de maio. Os outros 13 cursos EaD seguem com inscrições abertas até o dia 3 de maio e turmas iniciais no dia 9 do mesmo mês. Saiba todos detalhes de cada um desses cursos no Portal da Capacitação.O curso presencial Avaliação de Políticas Públicas recebe inscrições até o dia 2 de maio. As atividades serão realizadas em Brasília de 10 a 12 de maio com carga de 24 horas. Voltado para servidores públicos de órgãos gestores de recursos hídricos e representantes de comitês de bacias e conselhos de recursos hídricos, o curso busca avaliar processos ligados à Política Nacional de Recursos Hídricos e a seus respectivos programas e projetos. Também há uma abordagem sobre metodologias e instrumentos específicos de avaliação de políticas públicas.Outra novidade trazida pelo Portal da Capacitação é o ConheceRH, acervo educacional sobre água da ANA. Nele os alunos poderão acessar os materiais didáticos de cada curso da Agência a qualquer momento. Antes, os materiais só podiam ser consultados durante o período das atividades de cada curso.No Portal da Capacitação para a Gestão das Águas também estão disponíveis publicações sobre temas diversos relacionados aos recursos hídricos, entre outros conteúdos. Os internautas podem, por exemplo, acessar os oito cadernos de capacitação produzidos pela ANA para tratar de temas, como: cobrança pelo uso de recursos hídricos, comitês de bacias hidrográficas, agências de água, outorga de direito de uso de recursos hídricos, entre outros.CapacitaçãoSegundo a Lei nº 9.984/2000, que criou a Agência Nacional de Águas, cabe à Agência estimular a capacitação de recursos humanos para a gestão de recursos hídricos. Nesse sentido, a instituição realiza capacitações para as entidades que compõem o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH) e para toda a sociedade brasileira. O objetivo dos cursos é estimular a conservação e o uso sustentável da água, além da participação cidadã na implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos. Assista à animação sobre os cursos realizados pela Agência.Texto:Ascom ANA
Atlasde Abastecimento
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no BrasilPNQAPrograma de Avaliação
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Recursos Hídricos
quarta-feira, 10 de maio de 2017
Fwd: ANA oferece 15 cursos gratuitos no lançamento do novo Portal da Capacitação
quarta-feira, 26 de abril de 2017
Enc: ANA oferece 15 cursos gratuitos no lançamento do novo Portal da Capacitação
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Atlas de Abastecimento Urbano de Água Capacitação para o SINGREH Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil PNQA Programa de Avaliação da Qualidade das Águas PRODES Programa Despoluição de Bacias Hidrográficas Snirh Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos |
quinta-feira, 13 de abril de 2017
Fórum Regional de Recursos Hídricos - Os Comitês de Bacias Hidrográficas como fator de Desenvolvimento Municipal Integrado
Fórum Regional de Recursos Hídricos
Os Comitês de Bacias Hidrográficas como fator de
Desenvolvimento Municipal Integrado
18 de abril - das 13
h
30 às 17
h
na Câmara Municipal
de Vereadores de
TramandaíProgramação
Abertura
Presidente Comitê
GBH Tramandaí
Representante CTL-Câmara Técnica Litoral
Fórum Gaúcho de Comitês -FGC
Amlinorte -
Associação Municípios do Litoral Norte
- Regiões Hidrográficas e Bacia Hidrográfica
- Sistema de Recursos Hídricos e Zoneamento Ecológico Econômico do RS-ZEE/RS
- Comitê de Bacia – Plano de Bacia, Composição e Representação dos municípios
-Saneamento Ambiental
- Captação dos Recursos Financeiros do Fundo Estadual de Recursos Hídricos e Fundo Estadual de Meio Ambiente
- Planejamento regional - COREDE E CODETER
- D
emandas
dos municípios – Amlinorte e prefeitos presentes- Encerramento
Baseado em um modelo de eventos prático e dinâmico esse evento visa qualificar as administrações municipais para o gerenciamento e desenvolvimento em uma perspectiva regional com a possibilidade de acesso a recursos.
Publico Alvo – Câmara de vereadores, Gabinete do Prefeito, Secretarias de Planejamento, Meio Ambiente, Agricultura, Desenvolvimento, Recursos Hídricos e associações da Sociedade Civil do Litoral Norte Gaúcho.
Realização – Comitês de Bacia
Hidrográfica
da Região Litorânea – Comitê Tramandaí, Comitê do Litoral Médio e Comitê Mampituba com apoio da Amlinorte, Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, FEPAM e Câmara Municipal de
Vereadores de Tramandaí.Informações:
comitetramandai @yahoo.com.br
ou
(
51)
9
85121012
c/
Tiago Lucas Corrêa
(secretário executivo CGBH Tramandaí)
quinta-feira, 6 de abril de 2017
quarta-feira, 22 de março de 2017
Enc: Plataforma de Consulta Online - 8ª Fórum Mundial da Água
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Enc: XXII SBRH - Envie seu trabalho até 21/05
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Enc: Brasil carece de legislação para reúso de água, diz coordenador da ANA
Notícias >> Geral >> País22/03/201707:42 Atualização: 09:18
Brasil carece de legislação para reúso de água, diz coordenador da ANA
Devanir Garcia afirma que medida pode expor pessoas a riscos se não forem seguidas determinadas normas
No Dia Mundial da Água, lembrado nesta quarta-feira, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) destaca a importância das águas residuais, aquelas já utilizadas em atividades humanas e que podem ser reaproveitadas.
Diante de uma demanda crescente por recursos hídricos e da necessidade de buscar fontes alternativas, é necessário modificar a gestão dessas águas, "passar de um modelo de 'tratamento e eliminação' para um modelo de 'redução, reutilização, reciclagem e recuperação dos recursos'", diz a Unesco no Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos 2017, lançado nesta quarta-feira.
No Brasil, entretanto, as águas residuais não são aproveitadas como deveriam pois não há legislação específica sobre o tema. O coordenador de Implementação de Projetos Indutores da Agência Nacional de Águas (ANA), Devanir Garcia dos Santos, destaca a importância do reúso, mas diz que a prática não é trivial e expõe as pessoas a riscos se não forem seguidas determinadas normas.
Para ele, a cobrança pelo uso da água mostra o real valor do recurso e induz as pessoas a refletirem sobre a melhor maneira de utilizá-lo. Ele acredita que esse é um dos caminhos para que as pessoas se interessem pelo reúso. Na avaliação do especialista, o Brasil precisa de legislações que priorizem a segurança do meio ambiente e dos usuários, tanto no quesito manuseio como no consumo.
"Qualquer planta de reúso requer um licenciamento ambiental e esses licenciamentos são muito difíceis de serem conseguidos porque não temos clareza sobre limites e sobre parâmetros da qualidade que essa água, que vai ser feita reúso, deve ter para aplicação", disse, explicando que há literatura mundial e resoluções do Conselho Nacional de Recursos Hídricos, mas não há uma norma que deixe claro os critérios para o licenciamento.
Segundo Santos, existem discussões em andamento sobre o tema no Congresso Nacional e a ANA trabalha, em parceria com o Ministério das Cidades, para a edição de um projeto de lei que atenda esse setor.
Novas regras
A Unesco também afirma que são necessárias novas regras sobre o reúso da água e a recuperação de subprodutos das águas residuais. "Com frequência, existe pouca ou nenhuma legislação sobre os padrões de qualidade para esses produtos, o que cria incertezas de mercado que podem desencorajar os investimentos. Mercados para esses produtos podem ser estimulados por incentivos financeiros ou legais - tais como a mistura obrigatória de fosfatos recuperados em fertilizantes artificiais", diz.
O coordenador da ANA conta que a Europa e os Estados Unidos têm legislações bastante rígidas e praticam o reúso naturalmente. Mas muitas iniciativas de reúso costumam surgir a partir da necessidade. Ele cita como exemplos a Namíbia que transforma esgoto em água para abastecimento das cidades, e Israel, que dessaliniza água do mar para consumo e, depois, reutiliza na irrigação; 70% da água é reutilizada em cerca de 19 mil hectares.
Segundo a Unesco, os benefícios sociais, para a saúde pública e o meio ambiente, decorrentes da gestão dos esgotos, são consideráveis. Para cada dólar gasto em saneamento, estima-se um retorno para a sociedade de 5,50 dólares.
Reúso na agricultura
Apesar de algumas iniciativas da indústria, o reúso praticamente inexiste no Brasil de forma disciplinada e organizada.
"Não temos essa tradição do reúso porque o Brasil tem essa teoria da abundância [12% da água doce do mundo está no Brasil]. E agora estamos notando que, apesar de termos muita água, a distribuição não é uniforme e temos regiões extremamente carentes em água. Isso está provocando uma discussão mais forte em relação a reúso", disse.
As águas residuais geridas com segurança são uma fonte acessível e sustentável de água e nutrientes para a agricultura de irrigação, que é responsável por 70% da água consumida no mundo. "Estamos passando a maior seca do semiárido dos últimos anos. O gado está morrendo sem água e sem alimento. Mas as pessoas ainda estão vivendo lá e estão usando água, então temos algum efluente sendo lançado. Então, dá para trabalhar em cima disso e utilizar essa água na produção de alimento, principalmente para o gado", explicou o coordenador da ANA. "Você consegue dar sustentabilidade [a esse tipo de projeto], mesmo em um período de crise como essa."
A ANA tem incentivado o reúso agrícola a partir de efluentes em municípios com menos de 50 mil habitantes, que não tem escala ou recursos para tratar o esgoto antes de despejar nos rios. A ideia é que os municípios façam o tratamento intermediário da água, por meio de lagoas, por exemplo, e a reutilize na irrigação.
"Quando você lança essa água no solo o tratamento continua. O que tem nessa água? Quase sempre o poluente é fósforo, nitrogênio, matéria orgânica que são insumos para a agricultura. Além de reduzir os custos do saneamento, essa forma de utilização possibilita uma água de qualidade para o desenvolvimento da agricultura irrigada", disse Santos.
Ele explicou que a ANA faz chamadas públicas para municípios que queiram desenvolver esse tipo de ação e demonstrar a eficiência do sistema.
Para a Unesco, as políticas e os instrumentos de regulação são implementados em âmbito local e precisam ser adaptados a circunstâncias variadas. "É importante que seja dado apoio político, institucional e financeiro para iniciativas 'de baixo para cima', bem como para a gestão dos serviços in loco e de pequena escala - ou seja, descentralizados - de águas residuais", diz a organização em seu relatório.
Reúso doméstico
Santos contou ainda que a ANA desenvolveu um projeto com a Saneago, companhia de saneamento de Goiás, em um prédio de apartamentos, para a instalação de um sistema de tratamento das chamadas águas cinzas, aquelas utilizadas em lavatórios, máquina de lavar e cozinha. Ele ressaltou que o tratamento individual do esgoto doméstico ainda não pode ser incentivado de imediato por causa dos riscos de contaminação.
Além do tratamento, também foi feito um sistema de captação da água de chuva e a instalação de hidrômetros individuais nos apartamentos, para estimular os moradores a reduzirem os gastos e os custos. "Com essas três alternativas reduzimos em torno de 60% a captação de água tratada da rede. É um resultado bem interessante, mostrando que é possível também ter plantas pequenas para fazer um tratamento dessa água residual e reutilizá-la para irrigação
de gramado e lavagem de piso", disse Santos.
Em relatório, a Unesco cita que as águas residuais podem ser uma importante fonte de abastecimento em algumas cidades localizadas em regiões áridas ou onde são necessárias transferências de longa distância para atender às demandas crescentes, em particular durante períodos de seca, como ocorreu em São Paulo.
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